terça-feira, 16 de novembro de 2010

poema para malu


poema para malu

eu não te (re)defino
a poesia - eu sinto -

e não sinto azia
nem má digestão
quando absorvo
um poema

já o signo das palavras
me interessa
não me interessa
é o curso delas

sonhar a imaginação
imaginar os sonhos
sorrisos tristonhos !?

saiba: sonhamos o que somos
e somos nossos sonhos

ser tão triste ou não ser - eis a questão :

(d)esc
re
ver à alma

este é o curso
e o signo que te acalma ?

siga o coração nem tanto a razão
muito menos a ins-
piração

( so
mente (e) sonhos )

lembra:

o olho descortina
a retina

a boca destina
à cortina

sua cor

sei de cor teu nome
malu

- e te(me)mos “ algos “ em comum:

teu signo é meu signo
teu curso é meu curso
teu nome é meu nome

teu nome do meio
é o feminino do meu

tu és do norte
eu sou do sul

- tu me norteia eu te dou luz -

" qual tez de eros
imantada de desejos
são teus versos a me envolver ? "

teu nome
tem mar tem lua
tem arco-íris que insinua

(re)corte este poema
e me (a)guarde

( mesmo que não te agrade )

teu perfil não mente:

- teu coração sente -

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